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segunda-feira, 26 de maio de 2014

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO UM RETRATO DA ESCOLA

                            ESTAMOS REALMENTE PREPARADOS
                            PARA ESTA EMPREITADA?
       

                                           




"A escola precisa ser reencantada, encontrar motivos para que o aluno vá para os bancos escolares com satisfação, alegria. Existem escolas esperançosas, com gente animada, mas existe um mal-estar geral na maioria delas. Não acredito que isso seja trágico. Essa insatisfação deve ser aproveitada para se dar um salto. Se o mal-estar for trabalhado, ele permite um avanço. Se for aceito como uma fatalidade, ele torna a escola um peso morto na história, que arrasta as pessoas e as impede de sonhar, pensar e criar". Moacir Gadotti


“Toda mudança que visa transformar para melhor, exige planejamento e ousadia. A escola, como um organismo vivo, é um projeto. Projeto é projetar ações para realizar mudanças, visando instituir uma nova realidade. A escola com projeto é uma escola instituinte, em transformação e em construção permanente, vislumbrando sempre aprimoramento e em desenvolvimento... Além do mais, a sua dimensão político-pedagógica pressupõe uma construção coletiva e participativa que envolve ativamente os diversos segmentos escolares”. (DALBERIO, 2008)
Planejar, em primeiro lugar, é definir um foco, situar-se dentro da própria vida é definir um rumo, com marcos específico a serem alcançados. O planejamento é a tentativa de prever as ocorrências futuras e estar preparado para agir de forma a evitar surpresas desagradáveis no funcionamento e na gestão dos objetivos que se quer alcançar. Sem planejamento, os obstáculos se tornam empecilhos para se chegar aos objetivos; obstáculos estes que poderiam ter sido previstos.
Significa repensar a escola, seus tempos, seu espaço, sua forma de lidar com os conteúdos e com o mundo da informação. Significa pensar na aprendizagem como um processo global e complexo, no qual conhecer a realidade e intervir nela não são atitudes dissociadas. Trata-se de fugir dos modismos e assumir uma nova prática pedagógica, sabendo fazer escolhas, tomar decisões, propor inovações coerentes com nosso projeto educativo e com nossas concepções de educação.
“Um projeto político-pedagógico da escola deve constituir-se num verdadeiro processo de conscientização e de formação cívica; deve ser um processo de recuperação da importância e da necessidade do planejamento na educação”.
Para tanto se faz necessário uma preparação e sensibilização de todos os envolvidos, que seja uma decisão realmente coletiva. Ou seja, é preciso discutir qual democracia que queremos e de qual democracia estamos falando para, a partir destas considerações, oportunizarmos a participação dos diferentes segmentos dentro do contexto escolar.
Existem algumas pré-condições para realização deste e que a gestão democrática deve favorecer. Há também algumas condições objetivas que a escola tem que garantir, dentre elas para que a elaboração do nosso Projeto Político Pedagógico funcione. Devemos se debruçar nos problemas que a escola enfrenta e quais os fins da educação que esta escola quer repartir com seus membros. Problematizando, mas problematizar, não significa fazer uma lista de perguntas do tipo ‘‘que escola que queremos? Problematizar corresponde a construir coletivamente uma questão que irá acompanhar o grupo em todo seu percurso e servirá de referência para debates, discussões e reflexões futuras. Combatendo os entraves que a prejudicam, envolvendo a comunidade para que os mesmos se sintam sujeitos desta construção. Ancorados em valores de participação, autonomia, o pluralismo e acima de tudo de transparência. O envolvimento, a responsabilidade e a autoria de todos são fundamentais para esta elaboração, deve-se atender aos interesses de todos neste processo, mas demanda também envolvimento, responsabilidade e compromisso. Essa atitude desenvolve a cooperação e a solidariedade entre pais, alunos, professores, direção e funcionários. Podemos concluir que tal elaboração não se reduz à escolha de uma só proposta para se trabalhar em todas as áreas, nem a uma lista de objetivos e etapas. Antes, que tenha um enfoque globalizador, centrado na resolução de problemas significativos, percebidos no contexto onde a escola está inserida e que lhe dará sentido, onde sua principal característica não seja sua forma e sim o tratamento que se dá a ele, não se restringindo apenas ao estudo do mesmo, mas que o seu ponto central seja a resolução dos problemas que neles são suscitados. Sendo importante garantir que tais problemas e suas resoluções se transformem em uma questão para todos, e isso depende basicamente da postura do Gestor, que intervém para que todos participem com responsabilidade e instigue as discussões que serão defrontadas com vários outros pontos de vista, respeitando as diferenças entre as pessoas e entre os grupos, para ampliar sua compreensão de mundo, desenvolvendo habilidades e atitudes, aprendendo a aprender, possibilitando a problematização, assumindo a coordenação do trabalho, sem que isso signifique a imposição de uma única lógica, ou a anulação do papel que cada um deve desempenhar frente ao mesmo como autor, e não como meros executores. Sem essas questões, não há como elaborar um projeto.
É preciso primeiramente identificar a realidade em que a comunidade escolar está inserida, conhecer a comunidade como ela é. Suas reais necessidades, tendo uma visão ampla e não fragmentada de qual é a comunidade que a escola atende, para que a escola se identifique com a mesma para encontrar soluções para que a comunidade se identifique também como parte integrante e principal também da escola, afinal sem a comunidade não se tem escola. Se não atentarmos para sua realidade teremos gerações cada vez mais alienadas e omissas diante de um mundo cada vez mais dinâmico e desafiador. Traçar estratégias de ensino que aproximem a família do cotidiano da escola é, sem dúvida, um grande passo para reverter esta realidade! Entendendo seu contexto para só então dar significado a sua ação. Qual é o seu papel diante desta comunidade? E o que queremos realizar com a mesma? Tendo como uma responsabilidade ética no exercício de sua tarefa educativa a democracia. Afinal, não é possível pensar em democracia sem que os sujeitos tornem-se conscientes para exercer esta prática... E estamos realmente preparados para tal?
       "Muitas vezes deixamos de realizar tarefas às vezes simples, por acreditar que o dever era do outro. É claro que cada um tem seus deveres, mas cabe a nós o bom senso... E o que vemos é que a “massa do bolo” muitas vezes fica parada, faltando ingredientes e ninguém se disponibiliza em acrescentar, somar ou contribuir. É preciso a ação de mediadores, cada um em seu fazer específico... Enfim, um trabalho democrático  que oportunize a aprendizagem e o desenvolvimento de todos... Há uma tendência por parte do ser humano em se isentar de fatos e contextos que dependem de sua participação e auxílio para que os resultados se evidenciem de maneira positiva... Vale ressaltar que estamos no mundo, portanto se cada indivíduo dentro da sua especificidade profissional e individual  contribuir de forma adequada, pensando no bem estar do outro, certamente teremos um mundo melhor... Acima de tudo é preciso ter o DESEJO. Desejo de ajudar, desejo de renunciar, desejo de compartilhar, desejo de somar e acima de tudo desejo de fazer a diferença!” (RODRIGUES, 2014)
Então eu pergunto estamos realmente preparados para esta tarefa? Primeiramente é preciso conscientizar a comunidade do que vem a ser esta democracia e que para se garantir esta democracia exige-se a participação popular, a presença e intervenção ativa de todos. Não vale estar presente e somente ouvir e/ou consentir, é preciso aprender a questionar e a interferir. Exercendo verdadeiramente a cidadania, a população – pais, mães, alunos, professores, gestores e pessoal administrativo – devem ser capaz de superar a tutela do poder estatal e autoritário até então culturalmente arraigado e aprender a reivindicar, planejar, decidir, cobrar e acompanhar ações concretas em benefício da comunidade escolar. Ser aptos ao questionamento, à problematização, à tomada de decisões, buscando soluções individuais e para a comunidade onde vivem e a escola está inserida. E a melhor forma de pô-la em prática é testemunhá-la, vivenciá-la e saber lidar com a mesma de maneira coerente, cumprindo seu papel para favorecer a escola a cumprir também sua função social: a democratização do conhecimento na perspectiva de uma educação de qualidade pela valorização e respeito de sua cultura. Corrigindo a todo tempo seus rumos, princípios e metas, conscientizando tal comunidade da sua fundamental participação neste processo. Fizemos realmente tudo isto? Não basta convidarmos apenas os pais a participarem é preciso conscientizá-los! Por isso, precisa haver liberdade para que cada um fale se posicione e participe como sujeito ativo. Participar na sua elaboração, aprovação, acompanhamento e execução – fazer com que esse documento realmente seja significativo para a vida e o direcionamento dos rumos da escola. Que ajudem a definir quais são os papeis da escola dentro desta comunidade e o caminho que se quer seguir. Assumindo a responsabilidade de resolver os seus problemas e criando mecanismos para que essa realidade seja de fato um conjunto de iniciativas para uma melhoria de qualidade e equidade educacional. Que sempre estará num processo de aperfeiçoamento. Não perdendo de vista o macro e o micro do seu entorno sendo geradora do protagonismo, da participação. Reconhecendo sua diversidade cultural e as diferenças como algo muito rico para se acabar com os privilégios. No início, a participação dos pais pode ser tímida, porque eles desconhecem as questões educacionais, teóricas e pedagógicas, e, de certa forma, desconhecem qual é seu papel de cidadão. Torna-se, portanto oportuno incentivar as famílias a participarem da escola, não só nas festas ou com trabalho, mas discutindo, refletindo e buscando soluções para seus problemas. Mas, para tanto, é preciso dar oportunidade de participação aos pais e esclarecê-los e convencê-los da importância de sua participação interventiva, mudando mentalidades oprimidas e despertar os sujeitos históricos e ativos, que se encontram adormecidos em cada cidadão. Nós mesmos achamos complicado tudo isto, imagine os pais! Não é nada fácil, mas precisamos sair do comodismo e agirmos para transformar, ou não estaremos também fazendo o nosso papel!
Quando todos participam, o envolvimento e o comprometimento de todos se amplia. Descobrem que têm uma causa em comum, comprometem-se com a vida dos educandos e com o futuro da escola. Assumem responsabilidades com as mudanças”. (DALBERIO, 2008)
“As atitudes de coragem e interesse desencadeiam o interesse de outros”.
Para tanto, faz-se imprescindível a instauração do Conselho Escolar como um movimento amplo de participação ativa da comunidade escolar, na qual todos – pais, alunos, trabalhadores da educação, representantes da comunidade/bairro – têm direito a voz, a voto e a interferência nas decisões um espaço para a participação coletiva, que possibilite somar diversos saberes e experiências a fim de garantir que a escola atenda aos anseios e às necessidades da população a que se destina. Não se configurando apenas como um órgão consultivo, no qual o próprio nome já explicita a idéia de que ele não toma decisões, mas apenas é consultado sobre os problemas da escola, discutindo mais questões burocráticas, e endossar prestações de contas, a confirmar decisões já realizadas pela direção, o mesmo deve ser deliberativo, decidir sobre os problemas da escola, indicar profissionais para frentes de trabalho, garantir o cumprimento das leis, elegerem pessoas e deliberar questões da Escola, apontar falhas e buscar soluções conjuntas para os problemas. Tendo maior força de atuação e poder na escola. Devem representar um apoio, uma estratégia de ação, na qual todos se reúnem tendo em vista a melhoria dos resultados do processo de ensino. Fortalecendo assim a relação dos representantes com os representados, que não se esgote após o voto, deliberando decisões realmente pertinentes aos desejos e opiniões de todos, legitimando esta representação.
O projeto de nossa escola depende, sobretudo, da ousadia de todos nós os participantes, da ousadia de cada escola em assumir-se como tal.
Precisamos cumprir a nossa função social! E, tudo isto, somente se tornará real, de fato, quando tomarmos as rédeas e decidirmos com ousadia e coragem os rumos de nossa história. Conscientes do dever cumprido! A desculpa é sempre a mesma, por ser uma coisa muito extensa, “não temos tempo é muito complicado etc...”, e acaba fazendo-se de qualquer jeito e do mesmo apenas um documento burocrático. Mas são coisas que precisamos criar o hábito de fazê-lo, criar uma forma dinâmica de modo que, todos realmente participem, pois dele depende a nossa vida profissional. Ele não é apenas um documento burocrático, depois vamos reclamar do que? Se tudo se deixa pra depois ou encara-se como burocrático?... Somos formadores, queremos formar bons eleitores e burlamos um monte de questões? É por nós que passam os governantes, somos os artesões, será que não foi o que sempre aprenderam? Burlar as questões burocráticas ou fazer delas apenas questões burocrática?
 Na teoria todo Projeto Político Pedagógico é ótimo, mas podemos estar seguro de que ele revela o que realmente somos ou estamos fazendo? É preciso antes de qualquer coisa uma mudança de postura. Transformar para mudar a cultura do sistema, para que, nós educadores e dirigentes estejamos sempre atentos ao valor principal desta nova forma de se organizar e, sobretudo, ao valor fundamental do trabalho. Para que na escola não ocorra apenas à reprodução de uma democracia liberal voltada aos interesses de uma minoria. Cabendo ao diretor salvaguardar este direito frente a uma gestão voltada à participação de todos os envolvidos, tanto pais, mestres, alunos e funcionários, enfim, toda a comunidade em seu entorno, para que esta democracia não fique apenas na teoria, sendo praticada ativamente neste novo contexto, através do qual a escola poderá construir sua autonomia. E uma verdadeira E D U C A Ç Ã O de qualidade! O que não podemos é fingir que estamos fazendo tudo isto.
Para tal elaboração se torna ainda necessário um marco referencial, uma preparação, um constante diagnóstico, sua efetiva realização interativa, avaliando, diagnosticando, reprogramando anualmente, com uma reelaboração parcial ou total. Onde o gestor pode e deve ser um excelente facilitador deste processo, fazendo da escola um lugar de produção de conhecimento e também da crítica do conhecimento existente, conhecendo bem seus membros e atores. Reinventando uma nova escola que abra essas novas concepções de redemocratização que vem se arrastando a anos, fazendo e sendo parte deste novo espaço que é e se quer construir na escola.
É fundamental que o gestor seja politizado, no sentido de ter bem claro seu papel de “modelo” de educador, pautado em conhecimentos acumulados ao longo de sua formação e experiência em diversas funções desenvolvidas antes mesmo de ser diretor. Convocando a escola a produzir seu próprio plano de trabalho frente as suas reais necessidades de forma que todo o seu entorno participe desta construção na intenção de sanar suas deficiências até então. Pensar no papel do gestor é pensar em alguém que nos ajudará a nos desenvolvermos como seres críticos e participativos, alguém comprometido e responsável pela nutrição e gestação de todo o processo educativo e de aprendizagem, na formação de cidadãos, que também deverão ser responsáveis, pelos seus deveres e antes de tudo conscientes de seus direitos. O diretor não deve ser autoritário, pois, ao gestor cabe o perfil de ser democrático e, portanto, desenvolver condições de favorecer o processo democrático no cotidiano da escola. O gestor deve com sua ação conduzir a tarefa da escola para a formação do cidadão, alimentando o trabalho de todos os envolvidos para que esta formação seja real e não apenas teóricas e utópicas e que tenham ainda relação com suas atitudes e práticas. Avaliando sempre o que foi e o que não foi bem sucedido ao longo de todo este processo, registrando cuidadosamente o trabalho desenvolvido e as atividades produzidas. Sobretudo, ter consciência do que vem a ser o mesmo. Portanto o papel fundamental do Gestor na formulação e execução de tal projeto é o de articulador de ações para a efetivação do mesmo, de forma participativa, compartilhando decisões e, mais ainda, conduzindo os seus participantes a uma progressiva autonomia no que se refere a aprender como pesquisar, como resolver problemas sendo um participante ativo e critico que tenha real compromisso com a ação democrática, integradas ao diálogo e busca de soluções de problemas com base na ação coletiva, revelando um retrato fidedigno do que somos e do que vamos construir juntos. Uma mudança de postura frente aos sistemas educacionais da atualidade, uma postura de independência e iniciativa que defina as regras de procedimento e defina um novo sistema organizacional, que desenvolva o senso de responsabilidade junto ao centro político e à comunidade, sem haver um distanciamento entre a teoria e a prática entre quem as produziu e quem as deve dar cumprimento, devido ainda a essa cultura enraizada, do burocrático imediatista.
Precisamos de uma pedagogia que seja uma nova forma de se relacionar com o conhecimento, com os alunos, com seus pais, com a comunidade, com os fracassos (com o fim deles), e que produza outros tipos humanos, menos dóceis e disciplinados. (ABRAMOWICZ, 1997).

Há muito que evoluir ainda, pois colocar a comunidade dentro da escola em apenas eventos ou articular um jogo de cartas marcadas não é ser democrático é preciso articular todas as decisões de modo que se pratique a democracia e conscientize a comunidade do que vem a ser a mesma, sem mascará-la mesmo que a intenção seja facilitar o trabalho. Costumo comparar todos estes tramites aquela fábula “A ROUPA NOVA DO REI”, até quando vamos fingir estar vestindo a educação com finas roupagens, quando a mesma está desnuda de compromisso, responsabilidade, ética, solidariedade humana, prazer e amor ao próximo? Estamos realmente preparados? Então, mãos a obra!

“É preciso criar pessoas que se atrevam
a sair das trilhas aprendidas
com coragem de explorar novos caminhos
Pois a ciência construiu-se pela ousadia dos que sonham.
E o conhecimento é a aventura pelo desconhecido 
Em busca da terra sonhada”

Rubem Alves 


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quarta-feira, 8 de maio de 2013

A RELAÇÃO COM O MUNDO LETRADO


Fonte: Imagens do Google



Por: Ety Moraes


A leitura e a escrita sempre foi indiscutivelmente muito importante na vida dos indivíduos. Com a chegada das novas tecnologias e a Globalização a velocidade das informações circulam de maneira muito mais rápida que antes, “o que é hoje, pode não ser a mesma coisa amanhã”. Atualmente, muito mais do que em épocas remotas é de suma importância essa habilidade como ferramenta, para se estar conectado ao mundo e ser inserido como cidadão ativo no mesmo. Para tal, exige-se do indivíduo, não somente saber ler e escrever, decodificando letras e palavras, antes sim, fazer uso da leitura e da escrita como ferramenta crítica e social.
                 Infelizmente nesta área à escola anda a passos lentos, mesmo tendo sofrido consideráveis mudanças, parece fechar as portas para o mundo, criando outro que não tem nada haver com o real. No entanto, espera-se da escola, que perpasse seus muros, imprimindo no sujeito uma humanização plena, novos saberes e competências que agregadas a ela se determinam a novos conhecimentos constantemente. E para que isso ocorra é necessário valorizar a leitura de diferentes tipos de textos e portadores para ampliar o repertório dos educandos no mundo da linguagem em diferentes situações sociais, contextualizando-os e apresentando-os de forma significativa. É preciso antes de tudo trazer o mundo para dentro da escola. Exercitando assim a inteligência, o pensamento, as ideias e a linguagem, dos educandos, estimulando-os a enriquecer o seu imaginário e ampliar seu vocabulário. Pois a leitura pode ajudá-los a se familiarizar com a escrita e a tomar gosto pelo ato de ler e pelos livros, a buscar o seu gosto específico e a ter um repertório maior, ajudando-os na formação de seu pensamento hipotético e dedutivo, além de incentivar sua capacidade de abstração, e dinamizar seu raciocínio lógico, aumentando seu conhecimento e a percepção do mundo, desenvolvendo ainda habilidades fundamentais como a comunicação e o trabalho em equipe, conquistando também certo poder de reflexão muito maior, desenvolvendo também muito mais sua capacidade de interpretação, surgindo como um instrumento que o ajude a confrontar ideias e valores, abordando todas as questões do mundo que o cerca, elevando seu nível cultural e seu conhecimento.
                  Mas ensinar, acima de tudo deve ser um prazer, para que o educando adquira o prazer de aprender sempre!.


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domingo, 5 de maio de 2013

ENSINAR É UM PRAZER!

                                                
                                                               Fonte: Imagens do Google


Yara era o seu nome, uma professora já de idade avançada, austera e sempre muito elegante. Fazia questão de dizer que o que ensinava, aprendera na França. Foi minha Mestra em artes, quando cursei o Magistério.
As aulas de artes antes de Yara era a hora da aula da bagunça... Hora de batermos papo... Relaxarmos, enfim fazer de tudo... Menos aprendermos algo realmente sério.
Aquela Mestra gostava realmente do que ensinava, ela nos ensinava com prazer e com propriedade, sem titubear nos oferecia técnicas, que num primeiro olhar achávamos que não daria em nada, mas transformou-me em uma desenhista de dar inveja a muitos.
 Lógico que não cheguei a ser uma desenhista da categoria de Yara, mas aquela Mestra me ensinou que eu era capaz.
Desde a primeira série sempre gostei de fazer as chamadas "cópias" e também copiar os desenhos dos livros didáticos, mas nenhum professor deu importância, ou se quer estimulou tal fato.
Yara ensinou-me acima de tudo respeitar o que ela estava ali para nos ensinar, não “enchia apenas linguiça”, afinal sua matéria nem era avaliativa, mas ela com o desejo de nos ensinar algo realmente significativo, aguçou em nós o desejo e a capacidade que tínhamos de aprender.
Não ensinou-me somente teorias sem sentido ou práticas sem significado, ensinou-me a amar o que faço! E o que gosto hoje de fazer. Dar aos outros este mesmo prazer, o de aprender também com prazer e alegria, aquilo que gosto realmente de ensinar. Por isso escolhi esta profissão. Ser Professora. E este foi o legado de Yara, uma mestra inesquecível para mim!

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sexta-feira, 3 de maio de 2013

É SÓ QUERER


 Fonte: Imagens do Google

Por: Ety Moraes 



Desde muito cedo, aprendi a duras penas que não existe dom, antes sim, vontade e precisão!

Sempre tive uma infância muito pobre, quando tínhamos pão para o café da manhã já era uma Glória, brinquedos então nem pensar! Aprendi de modo muito duro que o que queremos temos que correr atrás. E não há nada que não possamos fazer desde que queiramos. E aprendi isso com a vida!
Todo domingo era dia de visitar minha avó, que morava com uma tia solteirona que trabalhava na “ESTRELA”, uma empresa de brinquedos muito conceituada na época. Seu quarto era um paraíso aos meus olhos de criança, pois por trabalhar nesta empresa, você nem imagina o tanto de brinquedos que ela guardava lá. Eram de todos os tipos e tamanhos: jogos, bonecas, carrinhos, dos mais variados e os mais incríveis que eu já havia visto. Ela mesma, nem brincava, era “A D U L T A”, e nem tinha filhos também, e quando íamos lá, ela escolhia um... Apenas um, que podíamos brincar. Eu amava um jogo de tabuleiro chamado, C O M B A T E!
Combate foi um jogo de tabuleiro lançado pela Estrela em 1974 com o nome de Front, posteriormente substituído por Combate. Nos países de língua inglesa é conhecido como Stratego. É um jogo praticado por duas pessoas em que o objetivo é capturar a bandeira adversária, que atualmente foi substituída por um prisioneiro. O tabuleiro é um quadriculado com dez casas na horizontal por dez casas na vertical. Existem dois lagos que ocupam quatro casas cada um. O espaço para cada jogador organizar o seu exército de 40 peças é de 10x4 casas. Existem dois tipos de peças: As móveis e as imóveis. Os exércitos eram distintos pelas cores azuis e vermelhas. Inicialmente as peças tinham suas insígnias em baixo relevo e pintadas em prata. Posteriormente, o formato das peças permaneceu, mas foram mudadas as identificações para um adesivo com o desenho dos respectivos soldados. As imóveis são uma bandeira (prisioneiro) e seis bombas (minas terrestres). A bandeira (prisioneiro) deve ficar escondida, pois quando é capturado pelo adversário, o jogo acaba e o que teve sua bandeira (prisioneiro) capturada perde. As bombas são peças que derrotam qualquer outra, com exceção do cabo-armeiro. Não pode mexer as mesmas (peças imóveis). As peças móveis eram usadas para invadir o território adversário, derrotar suas peças e capturar a bandeira, sendo esta, o objetivo do jogo. Cada uma tem um número, que representa seu poder e derrota o número menor, o adversário não pode visualizá-lo. Quanto maior o número, mais forte é. Um espião(agente secreto nº 1) que é a única peça que pode derrotar o marechal, a peça maior do jogo. Oito soldados (nº 2) que podem mover mais de uma casa por vez, a corrida. Um soldado não pode correr e atacar na mesma vez. Cinco cabos-armeiros(cabo nº 3), que podem desarmar as bombas. Quatro sargentos (nº 4). Quatro tenentes (nº 5). Quatro capitães (nº 6). Três majores(nº 7). Dois coronéis (nº 8). Um general (nº 9). Um marechal(nº 10), que pode ser morto pelo espião.
Não tínhamos e nem poderíamos comprar aquele jogo, mas ele era o meu sonho de consumo. Então resolvi fazer o meu próprio jogo, meu próprio COMBATE.
 Com uma tábua fiz meu tabuleiro e com tampinhas de garrafa, as peças do jogo. Não foi nada fácil, mas eu consegui, era o meu maior tesouro! O meu...! Só meu...! C O M B A T E!
 Hoje sei fazer de tudo, costuro, bordo, pinto, cozinho, tudo que desejo eu conquisto, aprendi que basta a gente querer, mas querer muito uma coisa para conquitá-la!
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REFERÊNCIAS

COMBATE jogo. In: WIKIPÈDIA, a enciclopédia livre. 2013. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Combate_(jogo) >. Acesso em: 03 de Mai. 2013.                    

terça-feira, 9 de abril de 2013

VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS

Fonte: Imagens do Google 


Certos acontecimentos podem marcar a vida de uma pessoa para sempre, uma criança que se sente rejeitada, se sente excluída de seu grupo social, terá a maior dificuldade para tornar-se um adulto confiante e integrado à sociedade e nosso papel como professor é também ensinar a solidariedade mútua.
Temos que ter cuidado com nossas expectativas, quantos aos alunos, para que as mesmas não tenham indicadores falsos e preconceituosos, julgando-os pelas aparências: físicas, sociais ou econômicas, nem pelas suas capacidades de se concentrarem e de expressarem-se, e tal coisa se torne um fator determinante para as inter-relações principalmente referentes às relações entre professor/aluno, expressadas muitas vezes em frases que nunca deveriam ser ditas, criando rótulos, denegrindo imagens, desmerecendo o que poderia ser potencializado.
É preciso que o professor estimule seus alunos e demonstre as compensações do ato de aprender, criando condições para que as inter-relações integrem a todos sem distinção, se colocando no lugar de seus alunos, se unindo aos mesmos e aos seus pares para resolver dificuldades comuns, inspirando confiança e respeito, criando caminhos para uma relação mais justa tanto na escola quanto na vida.
Combatendo a violência, enfrentando os preconceitos tratando-os com justiça e equidade, independente de qualquer coisa, onde sua postura diante dos alunos é seu maior exemplo, como coautor, fazer a diferença, para que realmente cumpra seu papel social para um futuro melhor daqueles que esperam dele tal ato, e só o fato dele fazer de sua sala de aula um espaço democrático onde as relações interpessoais aconteçam de modo a levar os alunos a entenderem que é possível criar um ambiente de respeito, confiança e solidariedade recíproco já é uma grande conquista.


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REFERÊNCIAS: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Vídeo: A violência na escola. (Convívio escolar). TV Escola-Escola / Educação. Disponível em:< http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=20288> . Acesso em: 08 Abr. 2013.


  

terça-feira, 10 de julho de 2012

EDUCAÇÃO X NOVAS TECNOLOGIAS


Fonte: Imagens do Google




No Mundo Globalizado de hoje onde a velocidade das Informações é como antes nunca imaginável, devido ao avanço dos meios de comunicação e a forma como o homem vem evoluindo, descobrindo novos saberes e práticas além de novas formas de transformar de maneira cada vez mais complexa o mundo que o cerca, se adaptando a ele na busca de aperfeiçoá-lo e criar facilidades para sua vida. Era de se esperar que a Educação seguisse rumo a essas novas tecnologias e buscasse se adequar as mesmas para não se tornar obsoleta.
A Educação depara-se ainda nesse processo de Planejamento e Avaliação, para que possa ser inserida dentro deste novo contexto, com grandes desafios e busca ainda relacionar um ao outro. E como tudo que é novo, ainda há o preconceito e aceitação, habituar-se a todas essas mudanças de uma hora para outra não é coisa fácil, mas este novo ambiente exige educadores “tecnopedagogos”, capazes de construírem seu próprio material, para que os alunos interajam com o conteúdo produzido, sem deixá-los perdidos numa confusão de dados, ferramentas e tecnologias com uma avaliação que seja inerente a este processo. Isso exige um novo posicionamento por parte de todos os envolvidos.
E para ser diferente é preciso ser multimídia, sem que seja uma prática mecanicista e funcionalista, mas que amplie a construção do conhecimento e que envolva todos os sujeitos sociais, que não seja instrumento para mascarar o tradicionalismo, mas uma educação construtivista. Com um posicionamento crítico, fundamentado, com aprofundamento e atitude para essa mudança, onde todas as contribuições dos atores deste processo sejam não só desafiadoras, mas algo significativo para uma educação dinâmica e de qualidade.
As novas tecnologias não devem ser a solução dos problemas educacionais antes sim os meios para solucioná-los. Como um instrumento de auxilio para o educador e não um instrumento para substituí-lo. Mas que o mesmo possa estar se reciclando e se capacitando continuamente para enfrentar este novo desafio.


 
                            REFERÊNCIAS 

ALVES, Antonia. EAD Planejar de olho no sujeito social/TICs, uma nova postura na Educação/Educação: Resistência ou medo das novas tecnologias interativas. Disponível em: <http://www.recantodasletras.com.br/autor_textos.php?id=7941&categoria=4>. Acesso em 09 jun. 2012.  

DUARTE, Bento J.A importância da capacitação do educador para mudanças em sua prática pedagógica quanto à utilização do computador na educação. Disponível em:< http://www.recantodasletras.com.br/artigos/552277>. Acesso em: 09 jun.2012 

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA. Guia impresso dos cursos de graduação em Pedagogia na modalidade à distância: 2011-2012. Uberlândia: UFU, 2012.



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segunda-feira, 9 de julho de 2012

A RACIONALIZAÇÃO PEDAGÓGICA

Fonte:Imagens Google


 
É visível que estamos vivendo um momento histórico com a marca de consideráveis mudanças em vários setores da sociedade. A Globalização e a era da Informação, juntamente com os grandes avanços tecnológicos do Mundo de hoje que crescem numa velocidade antes inimaginável.
Perceber o papel da educação nos momentos históricos e caracterizá-los para um melhor entendimento da forma como a contemporaneidade vem influenciar a vida dos sujeitos em nossa época é um trabalho de confronto e síntese de desafios psicológicos, culturais, econômicos, sociais e simbólicos. Diante de uma sociedade totalmente diferente de décadas atrás, uma sociedade pós-Industrializada, inteiramente consumista, individualista e que não se preocupa mais com o coletivo, pois a luta pela sua sobrevivência torna o indivíduo narcisista. Onde os novos paradigmas educacionais devam ter como ponto de partida o real papel da educação frente a este novo contexto é importante primeiro para entender tais mudanças relembrar o inicio da fase moderna até os dias atuais: O inicio da modernidade teve como acontecimento principal o iluminismo no século XVIII. O homem começa a valorizar a arte e redescobre na cultura greco-romana uma corrente de pensamento humanista.
Para os iluministas a razão é o grande instrumento de reflexão capaz de melhorar e empreender a justiça em todos os âmbitos, tanto sociais como econômicos, culturais, religiosos, portanto e também educacionais.
Marcada pela racionalização e produção extraordinária do saber, também com o advento da máquina a vapor, fator relevante para o inicio do sistema capitalista.
Uma luta contra o conservadorismo e emancipação da humanidade trouxe a reorganização do trabalho e os meios de produção que desencadearam a Revolução Industrial e novas descobertas científicas como a eletricidade, petróleo, telégrafo, o telefone o avião e a televisão, além da urbanização e crescimento das cidades e o novo papel do campo como fornecedor de matéria prima para fortalecer a economia urbana.
O pensamento moderno tentou manter a união entre os indivíduos e a sociedade, mas o sistema capitalista que também crescia com ele privilegiava a racionalidade em detrimento ao sujeito e sua subjetividade. Embora a educação também tenha sofrido consideráveis mudanças, passando de uma educação somente escolástica para uma educação também voltada para a racionalização, à mesma, passa a privilegiar uns enquanto exploram outros, e nessa dinâmica aprisiona toda a sociedade. Agindo como um instrumento de dominação e divisão social de classes, gerando ainda sua alienação. Pois quanto mais a sociedade se desenvolvia, consequentemente atribuíam-se mais valores as coisas materiais, mais desvalorizados ficavam o mundo dos homens e mais evidente sua alienação.
As reformas educacionais, além de serem provocadas pelas transformações políticas, sociais e econômicas que estavam ocorrendo, também eram impulsionadas pelas idéias pedagógicas que chegavam da Europa, em favor da renovação de métodos e processos de ensino. Compreendendo três grandes correntes:
1. A educação básica (elementar) para todos, como meio de submissão/cidadania;
2. A educação em consonância com a categoria social;
3. A educação elementar em consonância com o que a so­ciedade espera de cada indivíduo (profissional).
A falta de esperança até mesmo na educação faz com que os indivíduos sejam levados pelo imediatismo para superar suas novas dificuldades frente a este novo contexto. Tudo em detrimento do capitalismo que atingiu seu ápice no que se refere a desigualdades sociais. Momento este de crise que se vivenciou nas décadas de 70, somadas à crise na periferia do sistema capitalista de 80 e com a derrota do socialismo em 90 que acarretaram segundo alguns estudiosos ao colapso da modernização. Que além de ter apagado as esperanças em valores universais fizeram com que o sujeito histórico se esgotasse e fragmentasse diante de tantas incertezas.
A racionalidade ao mesmo tempo em que impulsionou as idéias modernistas, também ocupou o lugar do fator de desapontamento ideológico moderno. Os saberes se multiplicaram, mas houve também a necessidade, para que ocorresse o fluxo de comunicação, de fragmentação do conhecimento e como conseqüência sua perda de significação. O que antes transmitia a impressão de certezas agora gera grandes incertezas o que nos leva a possibilidade de estar-se caminhando para pós-modernidade. Para alguns estudiosos estamos em pleno período moderno, já para outros frente a todas essas mudanças num momento que alguns chamam pós-modernismo.
O pensamento pós-moderno trazem consigo novos paradigmas que atrelados aos antigos demonstram que não existem modelos impostos, abrindo o caminho para os questionamentos, confrontações e livre negociação.
A questão pós-moderna está em encontrar um eixo entre as incertezas políticas e científicas para formulação de novas propostas, almejando a comunhão dos saberes, onde a escolha de um conhecimento não significa que o outro deva ser invalidado ou esquecido, sendo possível vislumbrar a constituição de uma nova hegemonia que tenha os ideais liberais em sua perspectiva, que poderá dar conta de extinguir o capitalismo já em crise.
As teses pós-modernas lidam com o conhecimento demonstrando que este deva pensar no futuro, nem que para isso tenha-se que reformular as teses antigas, tomando o cuidado para que os conceitos capitalistas não os impeçam, já que sua finalidade é o conformismo, dando importância às subjetividades tanto quanto a racionalidades, visando integrá-las. Para tal este novo período deve dar conta de pensar uma nova ciência e uma nova ordem social que possa superar todos esses novos acontecimentos, tendo a educação como ferramenta libertária para uma mudança de fato, que atenda as reais necessidades dos indivíduos, cabendo-lhe livrá-los da condição alienante imposta por este sistema, que dê condições ao mesmo, de pensar e lutar por tal liberdade. Que desenvolva um ser humano completo e autônomo, tanto nas dimensões sociais, culturais e políticas comprometidas em seu agir pedagógico com a transformação de valores que devam tomar conta do contexto atual, para que o indivíduo possa ser capaz de lidar com as novas relações emergentes. Não num modelo educacional único, mas um meio termo que leve em conta as diferentes teorias e práticas pedagógicas já existentes para um pensamento plural, que seja capaz de formar um sujeito livre e ao mesmo tempo social. Mas um problema que envolva não só a escola, antes sim a família e a sociedade em geral, pois representa um desafio econômico, social e cultural que precisa ser resolvido.

REFERÊNCIAS
MELO, Renata Rosa Oliveira de. Formação integral e pós-modernidade: Qual educação para qual sujeito? 2008. 61 f. Monografia (Graduação em Pedagogia) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de janeiro. 2008.

O ILUMINISMO numa nova visão. In RECANTO DAS LETRAS. Disponível em:< http://www.recantodasletras.com.br/cronicas/2371644>. Acesso em: 28 mai. 2012.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA. Guia impresso dos cursos de graduação em Pedagogia na modalidade à distância: 2011-2012. Uberlândia: UFU, 2012.