ENCONTRE AQUI! BUSCA

ESSE ESPAÇO É TODO SEU!

ESSE ESPAÇO É TODO SEU!
DEIXE SEU COMENTÁRIO

sábado, 7 de julho de 2012

A DIFERENÇA ENTRE LER E DECIFRAR O CÓDIGO LINGUISTICO.

                                                     Fonte: Imagens do Google

          
Aprender a ler e escrever já não é o suficiente para quem apenas foi alfabetizado. Para que se possa ir além da alfabetização, entendido restritamente como o aprendizado do sistema da leitura e da escrita, ou ainda aquelas pessoas que mesmo alfabetizadas não sabem fazer uso da leitura e da escrita, por desconhecerem o universo que as envolve para se apropriar de tal ato.
                Ler e escrever são compreender, não apenas decifrar códigos, saber quais são as letras, juntarem as mesmas corretamente. É preciso dar sentido ao texto, dentro de um contexto social da leitura e da escrita.
                Quando se escreve ou se lê é importante primeiramente interagir com o ato em questão, ter conhecimento prévio do que se quer fazer e, ser interpretado da forma que se espera. É preciso proporcionar ao leitor, variação e entonações corretas, é preciso ter e ser coerente
                Ler significa compreender o discurso apresentado pelo código lingüístico. Nem sempre que deciframos o código o compreendemos. Decifrar o código lingüístico significa colocar som nas letras de uma palavra.
                Fazer uso da leitura e da escrita é antes de qualquer coisa interagir com o mundo! É produzir, e trazer aos leitores a vivência do que se lê, quando se escreve.

O USO DE NOVAS TECNOLOGIAS COMO METODOLOGIA DE ENSINO/APRENDIZAGEM.

         
                                                     Fontes: imagens do Google        


                  

Ao longo da história, o homem vem construindo seu conhecimento através das relações e interação com o outro e o meio em que está inserido, descobrindo novos saberes e práticas, além de novas formas de transformar, de maneira cada vez mais complexa o mundo que o cerca, se adaptando a ele, na busca de aperfeiçoá-lo e criar facilidades para sua vida sendo ele um indivíduo que atua dentro desta perspectiva, como um ser que observa, explora, pesquisa, compara, relaciona, discrimina, levanta hipóteses, faz conclusões e se posiciona.

E conquistado através desta construção, as novas tecnologias, passando da Era industrial a Era da comunicação e da informação. Há de se pensar hoje em um novo homem. O que mostra a necessidade de se pensar e refletir sobre o desafio e a importância, frente à construção de novas metodologias de ensino e aprendizagem que respeitem as exigências atuais. Possibilitar a esse indivíduo situações que exijam reflexão, criticidade, raciocínio, interpretação e compreensão. Além de propiciar a ele expressar suas experiências de vida, para só então desenvolver seu processo de ensino/aprendizagem.
                No mundo marcado pela influencia constante das Mídias, as formas de aprender se modificam, a partir do momento que esse indivíduo é exposto a um mundo cheio de linguagens, entenda-se linguagem, por toda forma como o homem se comunica seja verbal visual ou gestual cabe a essas metodologias preparar o indivíduo para entender criticamente o que elas oferecem, além de capacitá-lo a interpretar, produzir ou reproduzir e enfrentar essa nova realidade gerada pelos meios de comunicação.
                Consciente desta transformação social que leva em consideração a realidade, interesses e individualidade de cada um, pode-se afirmar que as metodologias com uso de novas tecnologias são atividades prazerosas e que elevam a motivação do indivíduo que aprende. Além de favorecer as manifestações de inteligência e propiciar a construção de novos saberes e competências o que fortalece cada vez mais o aprendiz dentro deste contexto, de um "Ser" que participa da construção de seu próprio conhecimento.

DESVELANDO UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA E CONSTRUINDO A MINHA DOCÊNCIA



                                                                      Fonte:  Imagens Google              



Mediante um Trabalho de Campo percebi que escolher determinadas marcas lingüísticas em meio a muitas outras oferecidas pela língua, apresentá-las, sistematizá-las, adequá-las aos usos de linguagem, no cotidiano escolar, inscrevê-las nos variados contextos de significação são compromissos de uma prática que pode, e deve sistematicamente ser vivenciada na escola. Inclui-se, também, nesse compromisso, desenvolver estratégias de domínio da ortografia, da gramática da língua/texto, por meio de atividades significativas com a linguagem, visando à descoberta de caminhos para o desenvolvimento da competência textual dos alunos.
                Para isso, faz-se necessário um trabalho de seleção e de combinação dos elementos lingüísticos no universo das inúmeras possibilidades que a língua oferece. Nessa perspectiva, o trabalho com textos nas aulas de Língua Portuguesa oferece subsídios para que a relação do aluno com o texto nas outras disciplinas escolares se amplie de modo que os processos de compreensão/interpretação possibilitem a construção de conhecimentos e o desenvolvimento dessa construção. Princípios estes a uma prática pedagógica que se pretende crítica e participativa.

Atividades essas necessárias ao longo do trabalho com o uso do texto como eixo norteador das práticas com a linguagem na escola, desde a aquisição da escrita, numa perspectiva de alfabetização por meio de textos de diferentes gêneros, práticas de letramento, ao seu domínio e à habilidade leitora, processos que se expressam no exercício desta construção, tanto nas práticas de escrita quanto nas de leitura de textos.
                Essas práticas enriquecem, sem o objetivo de esgotar a complexa discussão sobre a linguagem no cotidiano escolar, seus múltiplos aspectos e o domínio normativo. Conhecimentos e reflexões que se podem ampliar sobre um fazer pedagógico, bem como sobre alternativas e sugestões para um trabalho que considere o aluno, antes de tudo, como sujeito e construtor de seu próprio conhecimento, através de elementos significativos neste processo de construção constante, colaborativa e co-construtiva na e pela linguagem. Contextualizando a construção do saber para o aluno, numa dialética constante e acima de tudo prazerosa.
REFERÊNCIA


PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: Língua portuguesa /Secretaria de Educação Fundamental. Vol 2 – Brasília. 1997

ENTREVISTA:O PAPEL DO PEDAGOGO FRENTE AS NOVAS DCNs


                                                           Fonte: Imagens Google

Egresso: A.K.M.C Formada em pedagogia pela Faculdade Interativa COC ( à Distância) Mora e atua atualmente na cidade de Pirassununga. Um ano como Coordenadora Pedagógica na Rede Municipal. 




1. Há quanto tempo se formou? 
Há oito meses.



2. Quais os campos de atuação do Pedagogo?
Nas Unidades Escolares pode atuar tanto em sala de aula como na gestão escolar, já em empresas pode atuar no RH e no treinamento da equipe e ainda nas brinquedotecas de hospitais ou dando aulas para os pacientes que deixam de frequentar a escola.



3. Além da escola, em quais outros espaços você acha que o Pedagogo pode atuar?
Além de poder atuar em Unidades Escolares, também pode atuar em empresas (RH e no treinamento de pessoal), em ONGs e hospitais.



4. Você acha que o curso de Pedagogia a preparou para o trabalho da licenciada em Pedagogia?
 Sinceramente não, acho que o meu curso do magistério (CEFAM) e minha experiência na área da Educação (18 anos em sala de aula na Rede Estadual de São Paulo e agora um ano como Coordenadora Pedagógica na Rede Municipal da cidade de Pirassununga), me deram muito mais suporte para isto. Experiência é tudo.



5. Como é o trabalho do Pedagogo? Fale um pouco do que gosta, do que não gosta:
Dá-se acima de tudo através do trato com pessoas, e é isto que me fascina, gosto de lidar com gente, de poder contribuir de alguma forma com as pessoas que me cercam. Sempre fui apaixonada em lidar com crianças, em saber que poderia contribuir com a transformação do indivíduo para um mundo mais justo (consciência que adquiri no meu curso de magistério, CEFAM, que era todo voltado para formar profissionais com esta sensibilidade). Já na Pedagogia não encontrei esta preocupação, o que me deixou muito frustrada e preocupada, pois a maioria dos que se formaram comigo saíram do Ensino Médio e estavam em busca do diploma de Pedagogia para caírem diretamente nas salas de aula, como professores, o que infelizmente resulta no caos em que se encontra nossa educação. Diria que é exatamente disto que não gosto, pois a sensação de estar lutando sozinha é constante, de acreditar que a mudança é possível, de saber que na educação são tantos que passam pelas nossas mãos e ver o seu vizinho de sala difamar a cada dia a imagem dos profissionais que atuam nesta área e são compromissados com o que fazem.



6. Quais as vantagens e dificuldades deste trabalho?
A vantagem é saber que você pode ser útil para melhorar a formação dos futuros cidadãos que irão conviver com os seus filhos e as desvantagens são exatamente o desgaste emocional que isto provoca, quando são visíveis que não são estes os interesses de nossos governantes (que “fabricam” em proporções, cada vez maiores, um grande número de profissionais que insistem em ser coniventes com este sistema dominante).



7. O que você gostaria de falar, sobre o tema de nossa entrevista, para uma aluna iniciante do curso de Pedagogia?
Ao contrário do que a maioria das pessoas que já estão na área diz para os novatos os desmotivando, sempre acho melhor atrair quem realmente tem o mesmo ideal de vida que o meu, mostrando o lado “B” da coisa: A mudança é possível, e enquanto eu acreditar nisto estarei exercendo minha profissão da melhor maneira possível fazendo o impossível, pois é isto que me traz felicidade, e que lutei pra conquistar, a felicidade que tantos passam a vida inteira procurando e que está tão perto de cada um, a satisfação do fazer bem, e fazer bem feito em prol de algo bem maior.
Gostaria de citar uma das coisas que mais me marcou em minha formação (CEFAM), foi uma citação de uma das minhas professoras durante as aulas de Filosofia, sobre a UTOPIA, ela dizia:
 “UTOPIA, O QUE É UTOPIA? QUANDO ANDAMOS UM PASSO, ELA SE AFASTA UM,
SE ANDARMOS DEZ, ELA SE TORNA DEZ PASSOS MAIS DISTANTE... ENTÃO PRA QUE SERVE A UTOPIA? JUSTAMENTE PARA ISTO: CAMINHARMOS!”




Aluno (a) do 4º ano N.M último ano na Faculdade Católica de Uberlândia Ensino presencial, mora e atua em Uberlândia.



 1. Você já trabalha na área Como professora? Se não, quais as suas funções ou o seu cargo?
Não, trabalho numa EMEI como educadora infantil



 2. Você acha que o curso de Pedagogia a prepara para o trabalho da licenciada em Pedagogia?
Mais ou menos, já tinha experiência, pois fiz o magistério e já atuei como professora. Senão fosse isso talvez a pedagogia não tivesse me ajudado muito.


 3. O que você espera fazer ao final do seu curso? (em termos de continuidade dos estudos)
 Pretendo fazer mestrado e atuar como professora universitária justamente na pedagogia para dar aos futuros professores o suporte que não tive neste curso.

 4. Quais as suas expectativas profissionais?
Pretendo dar aula de didática e metodologias no curso de pedagogia




 5. A seu ver, quais as possíveis áreas de atuação da licenciada em Pedagogia? 
 Dar aula do 1° ao 5° ano



 6. Quais as vantagens e dificuldades deste trabalho?
 A vantagem é que somos formadores de opinião, podemos mudar o mundo se ensinarmos os valores certos e os verdadeiros princípios da vida. e desvantagens é que se não fizermos bem feito o nosso trabalho, o mundo vai ficar cada vez pior.



 7. O que você gostaria de falar, sobre o tema de nossa entrevista, para uma aluna iniciante do curso de Pedagogia? Não existe professor neutro. O trabalho de um professor sempre vai apoiar um dos lados do sistema: o lado do dominante ou o lado do dominado, Se o professor não estiver consciente disso: APOIARÁ O LADO ERRADO.



Entrevistadora, Etymoraes.

 1 – Como foi o processo de obtenção de autorização do professor para conceder a você a entrevista.
 Enviei um email para cada uma, pedindo por gentileza para me ajudarem num trabalho, o qual contaria com as entrevistas das mesmas.



2 – quais foram às principais dificuldades DURANTE a entrevista? O que foi difícil fazer, quais os problemas enfrentados no contato/conversa com professor etc.
Não obtive nenhuma dificuldade, pois tenho a sorte de ter essas duas características, das entrevistadas, dentro de minha família, minhas irmãs como nos ajudamos mutuamente, obtive ajuda assim que pedi.

A REVOLUÇÃO EDUCACIONAL ILUMINISTA

Fonte: imagens google


         
Por: Ety Moraes

Para entender-se a Revolução educacional iluminista, tem-se antes que entender-se o pensamento que derivou tal fim. Antes o que predominava era o pensamento dominante da Igreja Católica, denominada Paidéia Medieval, a Educação da época que era eminentemente religiosa mesmo fora dos âmbitos das instituições Eclesiásticas, onde a razão era conduzida pela fé, pois a Igreja precisa preservar o mundo cultural, por causa de sua importância. Fazendo uma reflexão do mundo e ordenando-o, dentro de sua lógica de pensamento, para se obter tal domínio. Constituindo um modelo educacional permeado por todas essas condições. Mantendo o conhecimento vinculado a uma idéia de fé e monopolizado pela Igreja.
                Abusos cometidos pela Igreja Católica a faz perder sua identidade e prestígio. Com a burguesia comercial, em plena expansão no século XVI, cada vez mais inconformada, pois os clérigos católicos estavam condenando seu trabalho.  O lucro e os juros, típicos de um capitalismo emergente, eram vistos como práticas condenáveis pelos religiosos. Por outro lado, o papa arrecadava dinheiro para a construção da basílica de São Pedro em Roma, com a venda das indulgências (venda do perdão). A avidez material da Igreja expressa na venda de indulgências, na exploração servil dos trabalhadores em suas terras e na cobrança de impostos, as imoralidades e a corrupção do clero afetavam o espírito religioso do povo, que preocupado com a salvação da alma, não podia acreditar que uma Igreja desmoralizada fosse capaz de salvar os fiéis do inferno.
O homem começa a valorizar a arte e redescobre na cultura greco-romana uma corrente de pensamento humanista.
                Com as mudanças relacionadas ao contexto histórico do século XVIII e suas várias transformações na sociedade da época, nascem com elas as idéias Renascentistas, sobrevindas dos pensamentos de filósofos, humanistas e iluministas, que desencadearam uma reforma contra a Igreja, mas tais divergências não eram apenas religiosas, porque representavam as alterações sociais e econômicas que mergulharam a Europa em lutas sanguinolentas, já que a Igreja Católica desencadeia uma forte reação contra a expansão da chamada reforma religiosa.
                No campo político, os reis estavam descontentes com o papa, pois este interferia muito nos comandos que eram próprios da realeza. O novo pensamento renascentista também fazia oposição aos preceitos da Igreja. O homem renascentista começava a ler mais e formar uma opinião cada vez mais crítica. Trabalhadores urbanos, com mais acesso a livros, começaram a discutir e a pensar sobre as coisas do mundo. Um pensamento baseado na ciência e na busca da verdade através de experiências e da razão.
                Neste século um grupo de pensadores começa a se organizar debatendo a Paidéia Medieval, em busca da justiça e de acabar com o estado absolutista em que se encontravam por conta das idéias da Igreja e que afastavam os homens de seu direito natural à felicidade. Para os iluministas a razão é o grande instrumento de reflexão capaz de melhorar e empreender a justiça em todos os âmbitos, tanto sociais como econômicos, culturais, religiosos, portanto e também educacionais. A racionalização dos hábitos era uma das grandes idéias dos iluministas. Por isso as instituições religiosas eram sistematicamente atacadas por esses pensadores. Embora tais instituições educacionais, em seu modo organizacional, tenham trazido impactos consideráveis à constituição da escola moderna.
                A Reforma Protestante foi apenas uma das inúmeras Reformas Religiosas ocorridas após a Idade Média e que tinha como base, além do cunho religioso, a insatisfação com as atitudes da Igreja Católica e seu distanciamento com relação aos princípios primordiais, marcando a passagem do mundo medieval para o moderno.
Instalava-se então uma nova visão otimista, onde o homem não precisasse interromper seu progresso que contava com o pleno uso da racionalidade.
                  Segundo Descartes, filósofo francês que viveu no século anterior ao iluminismo, mas considerado precursor do mesmo por suas idéias, a razão é a única via segura pelo qual o conhecimento do mundo era obtido, defendia a possibilidade de alcance de uma verdade absoluta, onde era necessário duvidar de todo pensamento e de todo conhecimento acumulado anteriormente. Esse novo caminho, da dúvida à experimentação e formulação, demonstra visivelmente que predomina a constituição dos preceitos racionalistas do iluminismo.
                Todo esse pensamento culminou também na educação onde antes se atribuíam à criança modos de pensar e sentimentos anteriores à razão e aos bons costumes. Cabia aos adultos desenvolver nelas o caráter e a razão antes dominada pela fé. No lugar de procurar entender e aceitar as diferenças e semelhanças das crianças, a originalidade de seu pensamento, substituindo a aprendizagem como meio de comunicação por um sentimento inteiramente novo: onde os pais se interessavam pelos estudos dos seus filhos, a família começou a se organizar em torno da criança e a lhe dar tal importância que a criança saiu de seu antigo anonimato e tornou-se necessário limitar seu número para melhor cuidar dela.
                A mudança de paradigma no que se refere ao conceito de infância, adultos imperfeitos, e a maneira como a infância é vista atualmente e sua educação é conseqüência das constantes transformações pelas quais passamos no decorrer da história e é de extrema importância para compreendermos a dimensão que a infância ocupa atualmente. Assim, a noção de educação na modernidade se articula dentro de uma perspectiva de constantes mudanças dentre elas, a Revolução iluminista, amparada pela autoridade do saber de seus porta vozes.


REFERÊNCIAS 
ALVES, Gilberto Luiz. Origens da escola moderna no Brasil: A contribuição jesuítica. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/es/v26n91/a16v2691.pdf>. Acesso em: 28 Mai. 2012. 

CALDEIRA, Laura Bianca. O conceito de infância no decorrer da história.  Disponível em:<http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/diaadia/diadia/arquivos/File/conteudo/artigos_te-
ses/Pedagogia/o_conceito_de_infancia_no_decorrer_da_historia.pdf. Acesso em: 15 Mai. 2012. 

MARTINS, Reinaldo. Evolução do pensamento medieval (fé x razão). Disponível em: < http://www.professorreinaldo.com.br/arquivos/pensamento_medieval.pdf>. Acesso em: 08 mai.2012.

O ILUMINISMO numa nova visão. In RECANTO DAS LETRAS. Disponível em:< http://www.recantodasletras.com.br/cronicas/2371644>. Acesso em: 28 mai. 2012.

SOUSA, Rainer. Iluminismo / A Razão Cartesiana. Disponível em:< http://www.brasilescola.com/historiag/iluminismo.htm>. Acesso em: 28 Mai. 2012. 

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA. Guia impresso dos cursos de graduação em Pedagogia na modalidade à distância: 2011-2012. Uberlândia: UFU, 2012.